Chegamos ao local de trabalho, ficamos por ali e anotamos o que acontece. Não entrevistamos, não reorganizamos, não sugerimos nada durante os dias de campo. Podemos fazer uma ou duas perguntas de esclarecimento quando algo não está claro, mas o foco é registrar o que existe — não o que deveria existir.
A transparência faz parte do método. Explicamos à equipe o que fazemos e por quê antes de começar. O que registramos é o fluxo de trabalho — entradas, saídas, esperas, decisões — não desempenho individual. O registro é compartilhado com a equipe, não sobre ela.
No Estudo de Observação, o registro escrito chega em até dez dias após o último dia de campo. No Estudo de Tempo, a análise é entregue ao final das sete semanas. No Programa de Campo, o registro é acessível desde o início e o relato final fecha ao fim dos seis meses.
Se você ainda não tem clareza sobre onde o trabalho acumula atraso ou por que o processo documentado e o praticado diferem, o Estudo de Observação é um ponto de partida razoável — escopo curto, custo acessível e entrega rápida. A partir do que encontrarmos, fica mais fácil decidir se faz sentido continuar.
Trabalhamos com operações e times administrativos de empresas estabelecidas no Brasil. O método é compatível com diferentes setores porque parte da observação direta — não de um modelo prévio do que o setor deveria parecer. Se há um fluxo de trabalho, há algo a observar.
Os valores cobrem todo o escopo descrito em cada modalidade — dias de campo, registro escrito, esboços e sessões de revisão. Não há cobrança de hora adicional dentro do escopo acordado. Se algo de fora do escopo surgir, conversamos antes de qualquer ajuste.