Okapi
Caderno de campo com relatos escritos

relatos de campo

O que as empresas encontraram quando alguém ficou olhando.

Registros de empresas que trabalharam com a Okapi — o que o campo mostrou e o que fizeram com essa informação.

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47+

empresas atendidas

4,8

avaliação média

6+

anos de campo

310+

dias observados

palavras das empresas

O que ficou do trabalho em campo

MR

Marcos Ribeiro

Diretor de Operações · Uberlândia, MG

"O que mais me surpreendeu foi que o registro descrevia um problema que eu sabia que existia, mas ninguém conseguia nomear com precisão. Depois que foi escrito, ficou óbvio para todo mundo."

Estudo de Observação · junho 2025

AC

Ana Carolina Souza

Gerente Administrativa · Belo Horizonte, MG

"Fiz o Estudo de Tempo porque achava que o problema estava no volume de trabalho. O registro mostrou que o volume era manejável — o que travava tudo era uma espera que ninguém assumia como sua. Mudamos isso em duas semanas."

Estudo de Tempo de Fluxo · maio 2025

FP

Felipe Pimentel

Sócio-fundador · Uberaba, MG

"Contratei o Programa de Campo antes de uma decisão de reestruturação. Seis meses depois, tinha um registro completo do que realmente acontecia — não do que eu imaginava que acontecia. Isso mudou completamente o que eu decidi fazer."

Programa Operacional de Campo · jan–jun 2025

TM

Tatiane Mello

Coordenadora de Processos · Uberlândia, MG

"A equipe ficou desconfortável no primeiro dia de observação — é normal. No terceiro dia, já tinham esquecido que o observador estava ali. É exatamente essa diferença que faz o registro ser fiel ao que realmente acontece."

Estudo de Observação · junho 2025

RB

Rodrigo Barbosa

Gerente Industrial · Patos de Minas, MG

"O que valeu no Estudo de Tempo foi a lista de esperas sem dono. Eram cinco pontos — em dois deles, ninguém na empresa sabia que existia aquela espera. Uma foi resolvida no mesmo mês, sem custo nenhum."

Estudo de Tempo de Fluxo · abril 2025

LV

Luciana Vargas

Diretora Financeira · Araguari, MG

"O registro foi escrito de um jeito que minha equipe conseguiu ler e reconhecer. Não era um documento de consultoria — era uma descrição do trabalho deles. Isso fez toda a diferença na hora de discutir o que precisava mudar."

Programa Operacional de Campo · fev–jul 2025

estudos de caso

Três percursos em campo

Descrições mais detalhadas de engajamentos — o problema que motivou o trabalho, o que o campo mostrou e o que aconteceu depois.

Distribuidora de materiais de construção · Uberlândia, MG

Estudo de Observação · 3 dias

Situação inicial

O gestor de logística percebia que pedidos que deveriam sair em um dia frequentemente demoravam dois ou três. Tentou mapeamento em reunião, mas as descrições variavam muito entre os membros da equipe.

O que o campo mostrou

O gargalo estava em uma etapa intermediária onde o pedido ficava no sistema como "em processamento" sem que ninguém estivesse ativamente trabalhando nele. A espera durava em média quatro horas — e não aparecia no mapeamento porque quem fazia o processo seguinte não sabia quando deveria começar.

O que aconteceu depois

A empresa adicionou um aviso simples no sistema quando o pedido chegava à etapa seguinte. O tempo médio de processamento caiu de 2,3 dias para 1,1 dia nas duas semanas após a mudança.

"A solução era simples. O que faltava era saber onde olhar." — Gestor de Logística

Escritório de contabilidade · Belo Horizonte, MG

Estudo de Tempo · 7 semanas

Situação inicial

A sócia responsável por operações sentia que a equipe estava sobrecarregada, mas os números de produtividade pareciam razoáveis. Havia uma sensação difusa de que as coisas eram mais difíceis do que deveriam ser.

O que o campo mostrou

O Estudo de Tempo revelou que 38% do tempo de um arquivo típico era gasto em espera — principalmente aguardando informações de clientes que ninguém perseguia ativamente. A equipe era eficiente no trabalho que fazia; o problema era que havia muito trabalho interrompido esperando na fila.

O que aconteceu depois

A empresa criou um protocolo de acompanhamento ativo de clientes para arquivos com pendências. Em dois meses, o percentual de tempo em espera caiu para 21%.

"Não era um problema de capacidade. Era um problema de visibilidade." — Sócia de Operações

Indústria de alimentos · Triângulo Mineiro

Programa de Campo · 6 meses

Situação inicial

A empresa estava avaliando um investimento significativo em automação de uma linha de produção. Antes de decidir, o diretor industrial queria entender se o processo estava suficientemente maduro para automatizar — ou se automatizaria problemas embutidos.

O que o campo mostrou

O registro de seis meses mostrou que dois dos seis turnos apresentavam padrões de operação significativamente diferentes dos outros. A variação não era de volume — era de sequência. Automatizar sem endereçar isso reproduziria a instabilidade em escala maior.

O que aconteceu depois

A empresa postergou o investimento em automação por oito meses para primeiro estabilizar a sequência nos turnos problemáticos. Quando retomou a avaliação, tinha dados concretos sobre a variação — e a decisão foi tomada com muito mais clareza.

"Não adiar foi a decisão certa. O registro nos deu argumentos que nós mesmos não conseguíamos formular." — Diretor Industrial

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